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quinto empreendimento construido no Brasil que busca a certificação Leed, para edificios sustentáveis - Projeto da Camargo Corrêa

Ventura Corporate Towers: quinto empreendimento construído no Brasil que busca a certificação Leed, para edifícios sustentáveis - Projeto da Camargo Corrêa no Centro do RJ

O mundo todo busca soluções para os desafios socioambientais atuais. Nesta busca, surgiram propostas de

ecovilas

, que se transformaram em propostas de ecobairros e, atualmente, em propostas de ecocidades.

Para promover estes ambientes urbanos planejados, foi lançado o site Bicycle City

; todo em inglês, por enquanto.

Nele, listam-se soluções de tecnologias limpas em utilização em todo o mundo, as diretrizes para uma eco-cidade dos pontos de vista social, econômico e ecológico e possíveis locais onde elas poderão ser construídas.

A lista inclui também lugares no Brasil

.

Planejar uma cidade inteira ecológica é um passo um tanto grande.

Para quem quiser começar pensando em sua menor célula que é a casa, sugerimos visitar este site, que explica com detalhes como construir uma casa de bambu ou o site do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica, Idhea; ou ainda o site da Casa Eficiente, um projeto da Eletrosul, Eletrobrás e a Universidade Federal de Santa Catarina. Todos reúnem ótimo material de referência.ecovilas

, que se transformaram em propostas de ecobairros e, atualmente, em propostas de ecocidades.

Para promover estes ambientes urbanos planejados, foi lançado o site Bicycle City

; todo em inglês, por enquanto.

Nele, listam-se soluções de tecnologias limpas em utilização em todo o mundo, as diretrizes para uma eco-cidade dos pontos de vista social, econômico e ecológico e possíveis locais onde elas poderão ser construídas.

A lista inclui também lugares no Brasil

.

Planejar uma cidade inteira ecológica é um passo um tanto grande.

Para quem quiser começar pensando em sua menor célula que é a casa, sugerimos visitar este site, que explica com detalhes como construir uma casa de bambu ou o site do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica, Idhea; ou ainda o site da Casa Eficiente, um projeto da Eletrosul, Eletrobrás e a Universidade Federal de Santa Catarina. Todos reúnem ótimo material de referência.

 

 

Fonte: http://bradescobancodoplaneta.ning.com/profiles/blog/show?id=1741754%3ABlogPost%3A98731

 

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Neste mês de janeiro de 2009, a Declaração dos Direitos Humanos faz 60 anos.

No Brasil, a miséria, pobreza e falta de bens de primeira necessidade, como água e moradia são a realidade de uma boa parte da nossa população. Para essas pessoas, os direitos iguais para todos, direito à liberdade, saúde, segurança pessoal, entre outros previstos na Declaração dos Direitos Humanos, não existe. Sem contar com aqueles brasileiros que são submetidos à escravidão e tortura. Lembrando que as situações de menosprezo à raça humana e a desvalorização dos direitos básicos de cada um são práticas recorrentes não só no Brasil, mas em outras partes do mundo.

Um aniversário de 60 anos com tanto ainda a ser feito para se alcançar os direitos humano declarados no documento é motivo de reflexão para todo aquele que se importa com o direito básico de cada um ser vivo. Mas, no fundo, a promessa de plena vigência dos direitos humanos só pode ser cumprida por meio do desenvolvimento de uma rica espiritualidade arraigada no respeito pelas vidas dos demais e em uma sincera preocupação com o ambiente natural.

Rosa Parks, a mãe dos direitos humanos nos Estados Unidos, falou uma vez sobre o conselho que recebeu de sua mãe. “Ela me ensinou o valor do auto-respeito. Também me disse que não há lei que diga que as pessoas devem sofrer”. Parks destacou que é importante não apenas respeitar os demais, mas também ser o tipo de pessoa que os outros respeitem.

Contribuir com os demais, trabalhar pelo bem de outros, não é uma questão de dever. Tampouco uma simples questão de moralidade. É o ponto mais alto de nossas vidas como seres humanos.

Inundações, secas, desperdício de águas, uso indiscriminado e excessivo dos recursos naturais. Todas essas ações tão comuns no dia-a-dia atualmente resumem-se em desrespeito à natureza e ao meio ambiente.


A água, bem indispensável à vida humana, é um dos recursos naturais mais populares hoje. O aquecimento global e o desgelo das calotas polares estão contribuindo para a diminuição drástica da reserva de água no seu estado sólido. O que isso quer dizer? E o ciclo da água, não conta?A reflexão e a atitude dependem de cada um.


O que você faz para proteger os nossos recursos naturais? Inspire-se com o texto abaixo, de Murilo Alves Pereira, publicada no UOL Notícia, e com a animação sobre a importância da água para o ecossistema.


Um dia com o mínimo possível de água: você conseguiria?


O balde cheio d’água dançava em minhas mãos. Levantei com dificuldade e despejei uma boa parte sobre a cabeça. Dever cumprido, um banho digno. E ainda restava um fiozinho de água para terminar o dia. O sacrifício de tomar banho a baldes de água fria foi movido por um desafio: passar um dia completo com apenas 20 litros de água.

A quantidade, definida por normas internacionais da Organização Mundial de Saúde e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), é o mínimo de que o ser humano precisa para preservar seu bem-estar físico e dignidade referente à higiene pessoal. Na prática, porém, a história é outra.
Enquanto eu controlava um dos últimos baldes da minha cota diária, um norte-americano acionava mais uma vez o botão da descarga, em seu apartamento em Manhattan. Ao final do dia, ele terá gasto 50 litros só com descarga – dois dias e meio do meu desafio indo ralo abaixo!
O gasto do cidadão norte-americano médio é de incríveis 575 litros de água por dia, segundo informa o Relatório de Desenvolvimento Humano, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), de 2006, que trata da escassez de água. A média européia fica entre 200 e 300 litros e, aqui no Brasil, gastamos, em média, 180 litros.
A situação na África Subsariana, claro, é bem diferente. Em Moçambique, a população tem acesso a menos de 10 litros diariamente. No Quênia, as pessoas precisam andar quilômetros para conseguir de 12 a 14 litros ao dia. Em época de seca, quando os rios encolhem, esse número cai bastante.
A falta de água é problema sério em um planeta sedento e desigual. Ao fim do dia do meu desafio, 4.900 crianças menores de 5 anos morreram de diarreia no Quênia. A doença, segunda maior assassina de crianças em todo mundo, tira a vida de 112 bebês quenianos a cada mil que nascem.
A relação acesso à água e doenças é bastante clara. “Com o aumento da oferta de água no Nordeste brasileiro, a mortalidade infantil caiu drasticamente na região”, confirmou o coordenador de Ciências Naturais da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco/Brasil), Celso Schenkel. Segundo ele, 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo ainda não contam com o fornecimento de água potável e estão sujeitas a enfrentar doenças mortais ou viver sem a dignidade de um banho.
Pensei nisso ao enfrentar 24 horas com meros 20 litros de água. Separei minha cota em um engradado, para ter o controle exato. Reservei em uma garrafa pet dois litros exclusivos para minha hidratação e fui à luta.


O ano de 2009 começou com muitas mudanças em andamento. Atravessamos a virada de 2008 para 2009 em meio a dias turbulentos e de mudanças, de crise econômica mundial, eleição do primeiro presidente negro dos EUA, crise ambiental, tormentas, inundações e guerras civis, sendo a de maior visibilidade a que está acontecendo na Faixa de Gaza, entre judeus e palestinos.

Toda essa situação caótica deve provocar uma reflexão a todas as pessoas de todos os cantos do mundo sobre a real importância ou motivo dos conflitos ou o que está acontecendo com o meio ambiente, enfim, mil e um questionamentos. Estes tipos de reflexão devem ser refeitos todos os dias para que façamos escolhas de atitudes mais sustentáveis este ano.

Compartilhar a intensidade de viver cada dia mais um pouco. Mais um pouco olhando ao redor e contribuindo para que todos, e não só uma ou duas pessoas, tenham acesso a qualidade em suas vidas, condições e conhecimentos para gerir com responsabilidade e sustentabilidade suas caminhadas, nas empresas e lugares onde estiverem.

Em português, 2009, na sua morfologia, tem um significado de inovação e mudanças. Inovar não quer dizer esquecer tudo o que aconteceu no passado e ter atitudes totalmente diferentes. Inovar é trazer novas soluções e propostas que possam solucionar as novas configurações dos problemas. Vamos fazer valer este significado com muito alto astral, otimismo, reinventando a arte do dia-a-dia.

Mãos a obra e um ótimo ano para todos!

dsc034001No último sábado, 13 de dezembro, aconteceu o evento de entrega do Plano de Desenvolvimento Sustentável de Ilha Grande para a comunidade da região. O encontro aconteceu no espaço do IEF, Instituto Estadual de Florestas, em Abraão.

Depois do adiamento do evento de entrega do Plano na Ilha há 3 semanas atrás, devido, entre outras coisas, ao mau tempo , o acontecimento foi muito bem recebido e comemorao pela população local. Um pouco descrente com iniciativas de transformação da sua realidade, a comunidade está muito esperançosa com a implantação do Plano de Desenvolvimento Sustentável na Ilha Grande.

dsc034021O Projeto durou 2 anos, entre os quais foram realizados o diagnóstico da região, a visão de futuro, com a participação da população local, e o alinhamento de um Plano de Ações para o desenvolvimento local. Durante este processo, foram propostos 240 projetos de ação, 50 escolhidos e, os 20 com maior esequibilidade a princípio, fazem parte do Plano que foi entregue à população.

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Tirar essas ações do papel é também uma responsabilidade da comunidade, junto às instituições locais. Um trabalho de transformação e união entre a sociedade civil, poder público e iniciativa privada.

Todos juntos por um futuro melhor e sustentável para a Ilha Grande!

54599Quem não se lembra do escândalo que envolveu a Nike, o CityGroup e a Starbucks Café? Essas empresas foram acusadas, consecutivamente, de exploração de mão-de-obra infantil, uso indevido de ativos nas bolsas de valores e propaganda enganosa, no que se refere à venda de bens certificados.

Pressionados pelo boicote de consumidores, as empresas começaram a harmonizar os interesses dos acionistas às crescentes demandas da sociedade por modelos de negócio sustentáveis. A inclusão social, redução (ou otimização) dos recursos naturais e diminuição do impacto ambiental na cadeia produtiva estava sendo exigida, tanto quanto a qualidade do bem ou serviço oferecido ao mercado consumidor.

Ainda assim, não basta a empresa falar que é socialmente responsável e ambientalmente correta. A garantia não somente da origem, mas também de práticas comerciais socialmente justas, demanda certificação. Esse foi o tema do seminário Inovação e Biodiversidade – a perspectiva da certificação, realizado quarta-feira (3/12), na FGV, em São Paulo.

O debate foi uma parceria entre o Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola, Inobi Brasil – consultoria que visa estimular o uso sustentável da biodiversidade brasileira, Imazon – instituição de pesquisa sem fins lucrativos, cuja missão é promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia e Centro de Estudos em Sustantabilidade (GVCes), da Fundação Getúlio Vargas. Além de apresentar um panorama sobre a questão da certificação, biodiversidade e sustentabilidade no Brasil e no mundo, os organizadores convidaram empresas que lidam com essas questões para apresentarem casos concretos ao público presente.

Representantes das empresas Atina, Natura e Inobi discutiram a certificação dentro das empresas, os rumos do consumo consciente e o papel da sustentabilidade no novo valor das ações das empresas.

Para saber dos detalhes deste debate, leia a matéria do Mercado Ético sobre o evento em


http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=54599&edt=1


museu_verde_abre325x167Em 2001, um grupo de artistas criou uma maneira nova de divulgar a environmental art, ou arte ambiental. Em vez de se localizarem em um endereço de uma cidade, as exposições do greenmuseum.org hospedam-se em um site da internet. Gratuito e aberto 24 horas por dia, o museu virtual abriga perfis e fotos de trabalhos de mais de 100 artistas do mundo inteiro, além de promover discussões on-line e dar informações sobre eventos ligados à arte e à ecologia. No fim da década de 1960, o conceito de arte ambiental começou a ser usado para denominar trabalhos ligados de alguma forma ao meio ambiente.

Diferentes mídias são utilizadas nas obras, que podem se relacionar ao tema que as unifica ao informar sobre a degradação ecológica, ao propor caminhos para a vida sustentável ou ao ser produzidas com a ajuda das forças naturais (vento, chuva, terremotos). Todas as 12 exposições já organizadas pelo greenmuseum.org estão em cartaz no site. Com curadoria da americana Andrea Polli, a mostra mais recente, “Aer”, reúne projetos relacionados à qualidade do ar.

A arte ambiental, criada entre 1960 e 1970, engloba todo tipo de arte que tenha relação com temas socioambientais e funciona como uma ferramenta de campanha contra a degradação socioambiental. Mais recentemente surgiu o termo arte sustentável que provém da arte ambiental e tem a ver com a arte contemporânea como um todo.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cultura/conteudo_272638.shtml

Agenda 21 ou 22?

 

sc-chuvaA Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, aprovou a Agenda 21 – documento que estabelece um pacto pela mudança do padrão de desenvolvimento global para o século XXI, na forma de compromissos que expressam o desejo de mudança das nações do atual modelo de civilização para outro em que predomine o equilíbrio ambiental e a justiça social.

Com a Agenda 21 consolida-se a noção de indissociabilidade entre desenvolvimento e conservação do meio ambiente, que leve à mudança do padrão de crescimento econômico e, portanto, torne possível a idéia do direito ao desenvolvimento, especialmente para os países mais pobres e do direito à condições ambientais adequadas para as futuras gerações.

Ok, ok. Acho que muita coisa deve estar sendo feita no Brasil para atingir as metas propostas na Agenda 21. Mas ver um dos países que assinou esse documento deixar que alguns pontos do Brasil sofram com inundações e secas é um descaso profundo com o significado da Agenda 21.

Hoje, além da crise ambiental, vivemos também uma crise econômica mundial que diminuiu as iniciativas desenvolvimentistas. Ou seja, a indissociabilidade entre desenvolvimento e conservação ambiental proposta pela Agenda 21 parece não ter acontecido.

Faz mais de dez anos que a Agenda21 foi assinada no Rio de Janeiro. Mas a situação em que o mundo se encontra hoje, tendo passado por várias catástrofes ambientais e matado milhares de pessoas me deixa bem preocupada. Acho que muito mais do que um compromisso de proteção socioambiental, o que parece é que o Brasil assinou um tratado com a loucura e o desrespeito à sua população. Pois ter deixado o país chegar ao transtorno ambiental e social é coisa de maluco.

livro-culturaO Instituto Endeavor indica leutura: Cultura Empreendedora

Lançado em 18 de novembro, durante a Semana Global de Empreendedorismo, a publicação define um método para identificar uma hierarquia de valores centrais para seleção de empreendedores ou escolha de sócios em organizações. O mecanismo tem o objetivo de fornecer subsídios para a tomada de decisões gerenciais que busquem privilegiar o alinhamento cultural entre os valores organizacionais e os valores pessoais. Seus idealizadores partem da premissa de que os valores definem as práticas, as ações e os comportamentos; e, portanto, o “ser” deve preceder o “ter”.

Os autores do livro são Patrícia Tomei, consultora na área de Recursos Humanos, Comportamento, Cultura e Mudança Organizacional; Giuseppe Russo, pesquisador, professor e membro da equipe de pesquisa de projetos da PUC-Rio; e Carla Bottino, organizadora, realizadora e palestrante de diversos cursos e workshops sobre empresas familiares.

A obra se divide em três partes:

Entendendo Empreendedorismo e o Empreendedor.

Entendendo a Cultura Organizacional e a Cultura Empreendedora.

Gerenciando o Alinhamento Cultural.

Cultura Empreendedora
Autores: Patrícia Tomei, Giuseppe Russo e Carla Bottino
Editora: Office Book
Preço: R$ 54,40


header_gpa_200808

Esse conceito de viver em equilíbrio é muito bem visto no atual contexto do mundo, da sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental, além de ser tido como a melhor forma de ver e fazer as coisas. Contudo, hoje assistimos ao caos generalizado em várias partes, pessoas totalmente desequilibradas, no que diz respeito a suas ações e à troca de energias com o cosmo.

 

Por isso ações que levantam a bandeira da sustentabilidade e da responsabilidade com o meio ambiente e a sociedade estão ganhando cada vez mais espaço na forma de pensar das empresas, pessoas e governos. Como ainda não está integrada à maioria das empresas, governos e pessoas, demonstrações dessa consciência em atitudes ganham muita visibilidade.

 

Dessa vez, trouxe para o blog o exemplo das ações e atitudes de responsabilidade socioambiental do Grupo Pão de Açúcar. Entre seus muitos projetos socioambientalmente responsáveis, existem algumas ações para disseminar a consciência da sustentabilidade em relação ao consumo. Algumas delas serão destacadas aqui e servem de exemplo para a construção de uma sociedade consciente.

 

Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever

O projeto lançado em 2001, faz-se presente hoje em 94 supermercados da rede, já arrecadou cerca de 30 mil toneladas de plásticos, papéis, metais, alumínios e vidros que foram encaminhados para cooperativas de catadores cadastradas para reciclagem. Em 51 destes postos também é possível descartar óleo de cozinha usado que é encaminhado para produção de biocombustível.

O caráter social dessa iniciativa faz com que essa seja uma das mais bem sucedidas ações de preservação ambiental aliada à inclusão social realizada pela iniciativa privada. O projeto, além de envolver os consumidores acerca da causa do consumo consciente e colaborar com a proteção do ambiente, gera mais de 4.000 posições de trabalho incluindo atendentes dos postos, além de coletores e triadores de materiais, que fazem parte das 21 cooperativas de catadores cadastradas no programa.

Caixa Verde

Lançado em São Paulo como projeto piloto em janeiro deste ano, o projeto já ganhou status de permanente e foi implantado, em caráter pioneiro no Rio de Janeiro, em seis lojas da rede Pão de Açúcar. O objetivo dessa nova proposta é estimular a reciclagem pré-consumo, convidando os clientes a  descartarem embalagens  (papel, papelão e plástico) antes de levá-las para casa, deixando os invólucros na loja e carregando só o produto.

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Para oferecer uma alternativa ao uso das sacolas plásticas e diminuir o impacto dessas embalagens no meio ambiente, a rede Pão de Açúcar recebe esse material em suas Estações de Reciclagem e também lançou, há três anos, os primeiros modelos de sacolas retornáveis do varejo brasileiro, em parceria com a Fundação S.O.S. Mata Atlântica.
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A empresa também já implantou programas eficazes de redução no consumo de energia e verifica importantes avanços no que diz respeito à ecoeficiência ao longo de toda cadeia de geração de valor. Faz parte também dessa estratégia, disseminar a experiência para outras empresas e comunidades trabalhando com campanhas e programas de estímulo envolvendo clientes e colaboradores do grupo.

 

 

Mercado Verde

Em comemoração aos seus 60 anos, o Pão de Açúcar lançou o primeiro supermercado verde da América Latina em setembro deste ano. A loja fica em Indaiatuba, no interior de São Paulo, e dispõe de muitos produtos e recursos de responsabilidade socioambiental para promover a consciência da sustentabilidade no consumo.

 

Bons exemplos de ações de consumo consciente são excelentes para nos animar a integrar estas práticas responsáveis ao nosso dia-a-dia e a nossa cultura! E há muito mais sendo feito pelo próprio Grupo Pão de Açúcar e por outras empresas também. Vale a pena ficar de olho nessas iniciativas e incorporar todas as boas ações para as nossas práticas diárias.

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